quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

NÃ DEIXE DE LER

Em 2010, Estados Unidos e China continuam em evidência. Dos dois países depende a lenta recuperação econômica global em consonância com uma política que previna o mundo dos efeitos catastróficos da mudança climática. Mas o ano também será de países emergentes como o Brasil, que realiza em outubro a primeira eleição presidencial desde 1989 sem a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja aprovação é recorde. E, além disso, será um ano de Copa do Mundo, realizada na África do Sul. Os principais pontos da política e economia mundial em 2010 são:

  • Estados Unidos: será um ano difícil para o presidente Barack Obama, com a aprovação em queda. Na metade do mandato, ele enfrenta eleições legislativas que podem lhe custar a maioria na Câmara dos Deputados, além de ter como desafios sanar as contas públicas e lidar com as guerras no Iraque e no Afeganistão. No Iraque, deverá cumprir as metas de retirada das tropas combatentes até final de agosto.

  • China: o país vai atingir dois patamares históricos na economia: pela primeira vez, ultrapassará o Japão como segunda maior potência econômica do planeta e contabilizará 10% das exportações mundiais. Por outro lado, o regime comunista terá que lidar com dissidências étnicas e protestos, no ano que lembra os 60 anos da invasão do Tibete.

  • América Latina: o ano será de eleições, com destaque para a sucessão presidencial no Brasil, que marcará o inicio da era pós-Lula. O presidente tentará transferir sua popularidade para eleger Dilma Roussef, chefe da Casa Civil. Ela disputa o cargo com o governador de São Paulo, José Serra, que tem a seu favor o maior colégio eleitoral do país no Estado de São Paulo. Em 2010 também haverá eleições parlamentares na Venezuela, e presidenciais no Chile e na Colômbia, no ano em que se comemoram 200 anos de independência da América Espanhola.

  • Europa: na UE (União Europeia) deve entrar em vigor o Tratado de Lisboa, que confere mais representatividade ao bloco. Mas é incerto se isso ajudará o continente a enfrentar o fantasma do desemprego, que pode atingir a taxa recorde de 10% da população.

  • Oriente Médio: a insistência do Irã em continuar seu programa nuclear sem a supervisão da ONU pode levar a um conflito com Israel. As manifestações contra o governo iraniano continuam em 2010, mas será uma disputa interna pelo poder que definirá o futuro do país dos aiatolás.
FONTE: UOL VESTIBULARES

República dos Marechais (Espada ou dos Militares)





A REPÚBLICA VELHA(1889 – 1930)
● República da Espada (1889/94) e República Oligárquica (1894/1930).

A República da Espada (1889 – 1894)
Manuel Deodoro da Fonseca (1889 – 1891)

  • Governo Provisório Marechal
    ● Primeiras medidas: banimento da família real do Brasil, adoção de uma nova bandeira, naturalização em massa, decretou o regime republicano e federalista, transformou as províncias em Estados, o pais passa a se chamar República dos Estados Unidos do Brasil, separação entre a Igreja e o Estado (instituição do casamento e do registro civil),
    Crise da Política da República:

    ● Pol. Econômica - O Encilhamento: Ministro : Rui Barbosa; Plano: Industrialização. Bases: protecionismo econômico, privilégio tributário e financiamento a indústria (emissão de papel moeda). Oposição: oligarquia cafeeira enações imperialistas.
    Resultados: especulação Financeira + quebra de empresas e bancos + inflação (fracasso do plano).

    ● A Constituição de 1889: Promulgada; Democrática e liberal; Rep. Federativa Presidencialista; Estado Laico; Criava Cartórios Civis; Eleições Diretas; Voto masculino, aberto e oral; Três Poderes; legislativo bicameral.


  • Marechal Deodoro da Fonseca (1891) – Governo Constitucional
    ●Deodoro, monarquista, mostrou-se extremamente centralizador.
    ●Congresso Nacional X Pres. Deodoro: “Lei de Resp. do Presidente” é aprovada pelo legislativo;
    → Deodoro tenta dissolver o Congresso Nacional → Sob pressão do Contra-Almirante Custodio de Melo ( que ameaçou bombardear o Rio de Janeiro), Deodoro renuncia.


  • Marechal Floriano Peixoto (1891 – 1894)
  • ● Com a posse questionada pela oposição (oligarquias), o Presidente Floriano enfrenta enorme crise política (pois, para o vice assumir, o presidente tem que cumprir mais da metade do mandato, caso contrario deve ser convocada novas eleições –Artigo 42 da Constituição).

    ● Rev. da Armada (RJ -1893/94): o Alm. Custódio de Melo declara o gov. florista ilegítimo, e atacou a Capital.

    ● Rev. Federalista (RS - 1893/95):
    Federalistas (“Maragatos”, liderados por Silveira Martins e apoiavam Custódio de Melo), Castilhistas (“Pica-paus”, liderados por Julio Castilhos, apoiados por Floriano)

    → O Pres. Floriano, o “marechal de ferro”, vence os dois conflitos.


  • Os militares perderam o poder político no país: mostraram-se centralizadores, envolveram o país em uma crise econômica (Encilhamento) e não representavam a classe economicamente dominante (os cafeicultores).

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ceará na Era Vargas e ceará Na República Populista


  • Ceará na Era Vargas: com a era Vargas (1930-1945) extin­guiram-se o cangaço e os movimentos messiânicos nordestinos. Para isso, contribuiu o aumento da repressão, a migração de nordestinos para as indústrias do centro­-sul e a maior integração dos sertões nordesti­nos com o resto do país. Os Estados passaram a ser governados por interventores. O primeiro interventor cearense foi Fernandes Távora (1931, logo demitido por continuar com as mesmas práticas da República velha). O segundo interventor cearense foi Roberto Carneiro de Mendonça (1931-1934, um "neutro" e "estrangeiro", que procurou conciliar os "revolucionários" de 1930 com as antigas oligarquias). No Período da interventoria Carneiro de Mendonça, reorganizaram os partidos locais. Os "revolucionários" de 1930 fundaram o partido social democrático (PSD), enquanto as tradicionais oligarquias se reuniam na Liga Eleitoral Católica (LEC, ligada a Igreja e até aos notórios fascistas, conseguiu enorme penetração no Ceará) O terceiro interventor foi Felipe Moreira Lima (1934-1935, que realizou uma gestão agitada. Aliado ao PSD, não conseguiu evitar que a LEC vencesse as eleições legislativas de 1934 e indicasse, indiretamente, em 1935, o novo governador do Estado), Menezes Pimentel - as antigas oligarquias voltavam ao poder. Menezes Pimentel administrou o Ceará por 10 anos (entre 1935 e 1937, como governador legal, e entre 1937 e 1945, como in inventor o Esta o Novo. Foi um período muitas violências.


  • A Legião Cearense do Trabalho (LCT) foi uma organização operária conservadora, paternalista, autoritária, corporativista, anti-comunista e antiliberal (essencialmente fascista), existente no Ceará entre 1931 e 1937, fundada por Severino Sombra. O seu sucesso é devido ao baixo grau de organização e de consciência do trabalhador, a neutralidade do interventor cearense Carneiro de Mendonça e o apoio da Igreja. O Pensamento da LCT e de Sombra estava no livro O Ideal Legionário. Visava criar um Estado centralizado, interven­cionista, harmonioso e corporativista, "protegendo” os trabalhadores. Também se destacaram na entidade os nomes do padre Hélder Câmara, Jeová Mota e Ubirajara Índio do Ceará. Sombra pensava em estender a Legião para todo o Brasil. Mas por apoiar "­Revolução Constitucionalista de 1932, foi preso e exilado para Portugal. Depois a LCT acabou se filiando à AIB de Plínio Salgado. Em 1933, Sombra retomou do exílio e, não conseguindo obter a chefia da AIB abandonou a LCT e fundou no Ceará uma entidade semelhante, a Campanha. Legionária. Contudo, não obteve sucesso devido ao apoio agora prestado pela Igreja aos integralistas, o surgimento de entidades operárias de esquerda, as disputas com a própria LCT e a Lei de Sindicalização de Vargas. A LCT, a Campanha Legionária e a AIB foram fechadas com a implantação do Estado Novo.


  • Caldeirão foi uma comunidade messiânica, coletiva e igua­litária, surgida no Cariri cearense sob a liderança do beato José Lourenço e destruída em 1937 pelo governo Menezes Pimentel com o apoio da Igreja e dos latifundiários. José Lourenço, paraibano, negro, analfabeto, chegou a Juazeiro do Norte em 1890, sendo aconselhado pelo padre Cícero a estabelecer-se na região e a trabalhar com algumas famílias de romeiros. Assim arrendou um lote de terra no sítio Baixa Danta.
    Nos anos de 1920 envolveu-se na questão do "boi santo" e foi obrigado a deixar o sítio Baixa Danta. Provavelmente no ano de 1926, padre Cícero acomodou Lou­renço e seguidores no sítio Caldeirão de sua pro­priedade. No Caldeirão criou-se uma comunidade semelhante à de Canudos, baseada na religião. Com a "Revolução" de 1930, militares inspecio­naram o sítio em busca de armas. Em 1932, a fazenda abrigou retirantes da seca. Nesse ano chegou à comunidade o rio grandense Severino Tavares. O progresso do Caldeirão assustou a elite. Como o sítio, após a morte do padre Cícero, ficou em herança para os padres salesianos, as classes dominantes passaram a difamar a comunidade de Lourenço. Em setembro de 1936 os moradores foram expulsos dali pela polícia. Lourenço e sua gente instalaram-se depois na serra do Araripe e reorganizaram a comunidade. Partes dos sertanejos, liderados por Severino Tavares, queriam vingança e fazendo uma emboscada, mataram alguns policiais. Enviou-se, então, grande contingente poli­cial para a serra do Arari­pe, massacrando os campone­ses em novembro de 1937; mais de mil pereceram. Severino Tavares escapou, sendo morto na Bahia em 1938. "Zé Lourenço" faleceria em 1946,no estado de Pernambuco

  • Entre 1945 e 1947, foi o Ceará admi­nistrado por interventores, A campanha sucessória de 1947 foi tumul­tuada, com choques entre os comunistas (agora proprietários do jornal O Democrata) e a Igreja sob o comando de dom Antônio de Almeida Lustosa. Assim, enquanto o candidato do PSD, Onofre Muniz combatia os comunistas, o candi­dato da UDN vencia. Faustino Albuquerque governou de 1947 a 1951. Seu quadriênio foi marcado por persegui­ções aos adversários e crises, como quando do rompimento com o PSP de Olavo Oliveira, da eleição de Menezes Pimentel para a vice-governa­doria, das acusações de corrupção na secretaria da educação e do caso da "chiquita bacana". Para as eleições de 1950, articulou-se um consenso entre as oligarquias com o Movimento de União pelo Ceará (MUC= UDN +PSD), sem sucesso. Raul Barbosa governou entre 1951 e 1954. Realizou uma tímida administração. Em 1954 o udenista Paulo Sarasate foi eleito governador do Estado. Entre 1955 e 1958 governou Paulo Sarasate, com grandes atritos entre a situação e os oposicio­nistas. Parsifal Barroso (1959-63) rompendo com o PTB de Carlos Jereissati, criou a secretaria de agricultura, Indústria e Comércio, fundou o Partido Traba­lhista Nacional (PTN) e apoiou a União Pelo Ceará, coligação envolvendo UDN e PSD em torno da candidatura governamental de Virgílio Távora. Este foi o vitorioso nas eleições de 1962-64, pela primeira e única vez na república populista um governador cearense elegia seu sucessor.

Ceará na república-velha

  • A oligarquia de Accioly: dominou monoliticamente o Ceará entre 1896 e 1912. Para tal, foi básico: a adesão à política dos governadores, o apoio dos coronéis, a aliança com grupos econômicos, o nepotismo e a repressão aos oposicionistas. No primeiro mandato de .Accioly (1896-1900), desta­caram-se a corrupção em larga escala e o "caso da vacina" envolvendo Ro­dolfo Teófilo. O governo de Pedra Borges (1900-1904) foi uma continuidade da oligarquia Acciolina. Nessa etapa se destacaram a construção de academia livre de direito do Ceará, a greve dos catraeiros de Fortaleza e a impunidade dos crimes sertanejos. Accioly foi reeleito para dois mandatos em 1904 e 1908 respectivamente. Isso intensificou as ações das oposições, formadas por oligarquias dissidentes, por burgueses, pela classe média, por populares e até por coronéis, Nas eleições estaduais de 1912, as oposições lançaram, dentro da política das salvações, a candidatura de Franco Rabelo para o governo, enquanto Accioly.apon­tava como seu candidato Domingos Carneiro Vas­concelos. A campanha sucessória de 1912 foi bastante agitada tendo como auge a repres­são acciolina à passea­ta das crianças. Em conseqüência, as oposições, armadas, depuseram Accioly do poder. A revolta popular de 1912 e a eleição de Franco Rabelo para o governo encerram a oligarquia acciolina. Rabelo, todavia, seria deposto em 1914 na Sedição de Juazeiro (golpe arquitetado por Padre Cícero e Floro Bartolomeu par derrubar Franco Rabelo).
  • Padre Cícero: Prati­cante do catolicismo popular nordestino entrou em atrito com a política de romanização promovida pela alta cúpula eclesiástica. Chegou a Juazeiro no ano de 1872 Em 1889, Cícero tornou-se celebridade com a ocorrência do "milagre" de Juazeiro. A Igreja nega a veracidade deste. A questão religiosa do Juazeiro foi na verdade o retrato da luta entre a romanização e o catolicismo popular. Cícero acabou afastado da Igreja. Ao contrário de Antônio Conselheiro de Canudos, padre Cícero aliou-se aos políticos do Cariri e até à oligarquia Acciolina tornando-se um poderoso coronel de batinas e fazendo prosperar ] Juazeiro. Muito contribuiu para a atuação política de padre Cícero o médico Floro Bartolomeu da Costa, um dos principais articuladores do pacto dos coronéis e da Sedição de Juazeiro. A morte de Floro Bartolomeu e a "Revolução" de 30 marcaram a decadência de Cícero. Nos últimos anos de vida, remou, inutilmente, recuperar os plenos poderes do sacerdócio. Faleceu em 1934.
  • Ceará de 1914 a 1930: não houve domínio de nenhum grupo oligárquico. Os governadores eram indicados pelo presidente da República. Os principais partidos em os Republicano Democrata (ou Rabelistas ) e Republicano Conservador (das tradicionais oligarquias agrerias). Os governadores foram: interventoria de Setembrino de Carvalho(1914), Benjamin Liberato Barroso (1914-16), Engenheiro João Tomé (1916-20), Justiniano de Serpa (1920-13; enfermo renunciou), Ildefonso Albano (1923-24), Desembargador Moreira (1924-28; enfermo renunciou), Eduardo Girão (1928) e Carlos de Matos Peixoto (1928-30)
  • Movimento operário cearense na República Velha – fatores que dificultaram a organização do movimento operário: inexperiência do operariado local, bem como seu pequeno numero, o grande exercito de reserva, o fato de muitos trabalharem por conta própria, a repressão das elites e as lideranças conservadoras da maçonaria e da Igreja (Círculos Operários Católicos, baseados na Encíclica Rerum Novarum). A difusão ideologias de esquerda a partir do BOC (Bloco Operário Camponês, para driblar a lei celerada de que colocava o PCB na ilegalidade (principalmente a partir de 1927) leva a maçonaria e a Igreja a se unirem e criarem a Federação Operária Cearense em 1925 (embrião da Futura LCT).

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ceará do processo de independência ao período regencial

  • Processo de independência: o poder local foi entregue a uma junta governativa chefiada por Porbém Barbosa (ligado a Portugal e contra as pretensões emancipacionistas brasileiras). Com a convocação a constituinte brasileira, essa primeira junta governativa demorou para escolher os representantes cearenses → eclodiu no Crato um movimento para depor o governo de Porbém Barbosa → Os rebeldes derrotaram-no e elegeram uma outra junta governativa, favorável a independência, sob as ordens de Pereira Filgueiras → Formaram-se, pois, dois governos na província; mas Porbém Barbosa acabou renunciando, passando o poder para Filgueiras em Janeiro de 1823 → Pouco tempo depois, elegeu-se uma terceira junta governativa, entregue ao Padre Francisco Pinheiro Landim (Foi na administração deste que se elevou a capital cearense à condição de cidade em 11-03-1823, com nome de Fortaleza de Nova Bragança)
  • A Rebelião de Fidié: Após o “7 de setembro de 1822”, algumas províncias, domi­nadas por portugueses, recusaram-se aceitar a independência do Brasil. No Piauí, isso ficou a cargo do major João José da Cunha Fidié.Perante a ameaça de Fidié, também de invadir o Ceará, o governo local resolveu enviar tropas comandadas por Pereira Filgueiras e Tristão Gonçalves. Sucederam-se, então, confrontos entre os cearenses e os portugueses, até a derrota destes últimos em Caxias do Maranhão em agosto de 1823.
  • Confederação do Equador de 1824: o Ceará aderiu devido a influencia de Pernambuco e aos interesses dos liberais locais (contra a centralização do poder). Em 1824 os liberais (liderados por Pereira Filgueiras e Tristão Gonçalves) depuseram o governador absolutista Costa Barros → nomearam Tristão Gonçalves presidente da provincia e a anexação do Ceará a Confederação → o Ceará foi a última província a se render. A comissão militar ou “comissão de sangue” condenou grande parte dos revoltosos a morte (com exceção de Jose Martiniano de Alencar)
  • Sedição de Pinto Madeira: Os liberais cearenses receberam com alegria a abdicação de D. Pedro I e passaram a perseguir os partidários deste. O mais visado foi o coronel de milícias Pinto Meira, de Jardim. .A Sedição de Pinto Madeira foi uma guerra ocorrida nos anos de 1831 e 1832, na qual cofrontaram-se coronéis do Crato, de tendência liberal, e de Jardim, absolutista, buscando o domínio político do Cariri e o retorno ao trono de D. Pedro I. Em outubro de 1832, Pinto Madeira rendeu-se. Após vários adiamentos, foi julgado e culpado, sendo condenado a pena de morte.
  • Período Regencial – partidos: liberal era liderado pelo Senador Alencar, reunindo os maiores latifundiários da província. O partido conservador reunia os comerciantes, militares e alguns fazendeiros. Os liberais comandaram a província até 1837. o maio destaque foi entre 1834 e 1837 governou José Martiniano de Alencar, o senador Alencar, figura polêmica conhecida como autoritário e bom administrador. (Entre suas realizações, construiu estradas, financiou a agricultura e instalou o Banco Provincial do Ceará. Contudo, promoveu intensa perseguição aos adversários políticos.) De 1937 a 1940 os conservadores coman­daram o Ceará. Com o golpe da maioridade, os liberais retomaram o controle do Ceará.