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domingo, 22 de maio de 2016

Filosofia: Sócrates, Platão e Aristóteles

Persas, Hebreus e Fenícios

terça-feira, 12 de agosto de 2014

O IMPÉRIO ROMANO DO ORIENTE ou Império Bizantino

O IMPÉRIO ROMANO DO ORIENTE:
* Constantinopla: edificada no local da antiga colônia grega de Bizâncio.
A manutenção do Império Romano do Oriente deve-se à preservação de Constantinopla como um dos terminais das rotas de caravanas provenientes da Ásia.
Privilegiada localização geográfica em termos de segurança e posição estratégica do ponto de vista comercial.

ECONOMIA:
Comércio marítimo.
Produção agrícola: latifúndios e trabalho de colonos livres ou escravos.
Economia sob o controle do Estado.

POLÍTICA:
Monarquia despótica, centralizada e teocêntrica.
O imperador comandava o exército e a Igreja.
Burocracia.

SOCIEDADE:
Urbana.
Interesse por problemas religiosos.

GOVERNO DE JUSTINIANO:
Expansionismo militar e territorial
Conquista do Norte da África, da Península Itálica e da Península Ibérica.
Efêmeras devido à expansão árabe.
· Revolta de Nika
Movimento popular contra o imperador Justiniano.
Motivos: a burocracia centralizada, os pesados impostos e os gastos militares.
Foi violentamente reprimida.
· Arquitetura
Igreja de Santa Sofia.
Monumentalidade: poder do Estado e força da Igreja.
· Cesaropapismo
A supremacia do imperador sobre a Igreja.
· Heresias
Questionamento dos dogmas da doutrina cristã.
Monofisistas: Cristo teria apenas a natureza divina e negavam a Santíssima Trindade.
Iconoclastas: destruição de imagens religiosas.
· Código do Direito Civil
+ Corpus Juris Civilis
Compilação do Direito romano dividido em 4 partes.
Código: conjunto de leis romanas.
Digesto: comentários dos juristas a essas leis.
Institutas: princípios fundamentais do Direito romano.
Novelas: novas leis de Justiniano.
Defendia os privilégios dos nobres e marginalizava a massa popular.
Princípios: justiça e direitos individuais.

CULTURA:
Mosaicos coloridos e cúpulas arredondadas.
Propagação da cultura greco-romana.
Utilização das artes em geral para exaltar ideais religiosos.
Combinação de elementos culturais do Oriente e do Ocidente.


CONQUISTA:
- A tomada de Constantinopla pelos turcos-otomanos , em 1453, marcou o fim do Império Bizantino.

sábado, 28 de abril de 2012


Como um Tsunami salvou uma cidade grega há 2500 anos
Quando ondas tomaram tamanhos quase titânicos e salvaram uma cidade grega das garras de um exército persa há aproximadamente 2.500 anos, o renomado historiador grego Heródoto registrou o evento como um ato de misericórdia do deus dos mares, Poseidon.
Mas novas evidências científicas sugerem que o ocorrido foi, na verdade, um tsunami, de acordo com o geólogo Klaus Reicherter, da Universidade de Aachen, na Alemanha, que estudou o evento. “Segundo a descrição de Heródoto, houve uma maré baixa bastante duradoura, o que possibilitou aos persas irem em direção à atual península de Kassandra, no norte da Grécia, para saquear uma cidade chamada Nea Potidea”, conta o geólogo.
Mas antes de conseguirem alcançá-la, a aparente boa sorte se revelou um pesadelo: ondas gigantes atingiram a cidade e impediram o despojo persa. Enquanto o historiador grego vê o ocorrido como uma consequência da mão vingativa de Poseidon, Reicherter explica que o relato descreve claramente as fases de um tsunami.
Além disso, as pistas do tsunami não se encontram apenas nos textos antigos, mas também no chão da cidade, onde pesquisadores encontraram conchas e areia, que datam exatamente dos anos do ocorrido descrito e que se encontram bem longe da praia.
Reicherter afirma que as condições geológicas da península grega são ideais para a produção de tsunamis. “Terremotos e deslizamentos, aliados à forma colossal da base do assoalho marinho, são capazes de produzir tsunamis de 2 a 5 metros”, informa o pesquisador de Aachen. Segundo ele, tais pesquisas, embora inspiradas no passado, podem ajudar a descobrir quais áreas são vulneráveis aos tsunamis.
Fonte: Hyperscience

domingo, 19 de dezembro de 2010

ENTENDA O NATAL

Heidi Strecker*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação Natal é sempre uma data feliz e muito especial. Nesse dia se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Para os cristãos, Jesus veio ao mundo para salvar os homens de seus pecados. Contam que o menino Jesus nasceu na cidade de Belém, numa manjedoura, entre os animais. Foi sua primeira lição de humildade. Uma estrela - a estrela de Belém -guiou os reis magos que foram levar presentes para o menino: ouro, incenso e mirra.

Muitos católicos vão à Missa do Galo, à meia-noite do dia 24. É uma tradição bem antiga. Vão rezar e celebrar o nascimento de Jesus. Na verdade, não se sabe ao certo o dia em que Jesus Cristo nasceu. A Igreja passou a comemorar o Natal no século 4 d.C.

Em muitos países, o Natal é a época do frio e da neve. No dia 25 de dezembro, os romanos celebravam o retorno do sol, depois do período do solstício de inverno, em que os dias são bem curtos. O Imperador Constantino (que era cristão) resolveu substituir estas festas pagãs pelas festas cristãs.

Muitos costumes pagãos até hoje fazem parte das comemorações do Natal, como enfeitar a porta de casa com guirlandas e acender velas ao anoitecer, o que também está ligado ao culto do sol.

A árvore de Natal é uma das tradições natalinas mais fortes e está ligado ao animismo dos povos antigos. Os egípcios levavam folhas de palmeira para dentro de casa, os celtas adoravam o carvalho e os romanos enfeitavam o abeto. Na tradição cristã o pinheiro tornou-se a árvore do Natal. É costume enfeitar o pinheiro de Natal com bolas, fitas, velas ou pequenas luzes pisca-piscas. De arremate, uma estrela na ponta, lembrando a estrela de Belém.

O hábito de trocar presentes no Natal também é bem antigo e está ligado à figura de Papai Noel, que tem uma origem curiosa. Seu nome era Nicolau e ele nasceu na cidade de Myra. Tinha o costume de presentear secretamente as três filhas de um homem muito pobre, todo dia 6 de dezembro. A data transferiu-se para o dia 25 e o costume de dar presentes se manteve. Depois que virou bispo e foi canonizado, São Nicolau passou a usar roupas vermelhas, botas, cinto e um chapéu.

O presépio é a representação do nascimento de Jesus num estábulo. São Francisco de Assis, no ano 1223, resolveu passar o Natal numa gruta. E divulgou a idéia de criar figuras em barro para representar o nascimento de Jesus. Foram criados muitos presépios a partir desta data. Em Nápoles a arte do presépio alcançou grande requinte. No Brasil há presépios muito bonitos. Em algumas regiões do Nordeste, a tradição de retratar as figuras de Nossa Senhora e São José, do menino Jesus num berço de palha, de anjos, pastores e animais passa de pai para filho.

Pessoas de outras religiões, como os judeus, os budistas e os muçulmanos, não comemoram o Natal. Eles possuem outras festas religiosas. Mas a festa se popularizou tanto, principalmente por causa dos presentes e da oportunidade que eles representam para o comércio, que muitos não cristãos não deixam de participar delas, com seus amigos cristãos.

Desse modo, pouca gente escapa ao espírito de Natal. A época de Natal sempre esteve associada à generosidade, ao amor, à esperança e ao sentimento fraterno. Nada melhor do que estar com a família e os amigos, aproveitar a ceia de Natal, ouvir as músicas natalinas, lembrar das tradições. E trocar presentes, claro!

*Heidi Strecker é filósofa e educadora.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Os mitos gregos e sua influência na cultura ocidental

Ao escutarmos a palavra "mitologia", quase automaticamente a associamos à palavra "grega". De fato, a mitologia grega ganhou destaque sobre a mitologia de vários outros povos pelo própria influência que a civilização e o pensamento grego exerceram sobre o mundo, em particular sobre o Ocidente. Para se ter uma idéia dessa influência, basta lembrar que a filosofia e a matemática, por exemplo, são "invenções" gregas.

Da mesma maneira, a maioria das palavras que dão nome às ciências têm origem grega: física, geografia, biologia, zoologia, história, etc. Também vêm do grego as palavras que designam os relacionamentos dos seres humanos entre si e em sociedade. É o caso de palavras essenciais, como ética, política e democracia.

Herança grega

Se conseguimos compreender a importância da herança grega para nossa civilização contemporânea - que está cerca de 3000 anos distante dela - não é difícil imaginar a influência que os gregos exerceram nas civilizações que lhes eram mais próximas em termos temporais. É o caso dos romanos, por exemplo, que dominaram a Grécia política e militarmente. No entanto, culturalmente, adaptaram-se aos modelos gregos.

Mas podemos ir mais além. Se o fim do Império Romano do Ocidente, em 476 d.C., representa o fim da influência greco-romana nos padrões culturais do mundo ocidental, que passou a ser modelado pelo cristianismo, por outro lado, a cultura e a mitologia greco-romana são retomadas ao fim da Idade Média no período que ficou conhecido como Renascimento, bem como no século 18, quando se desenvolve um movimento cultural conhecido como Neoclassicismo.

Religião e arte

Por outro lado, é importante deixar claro que a mitologia grega ou greco-romana, em suas origens mais remotas está ligada a uma visão de mundo de caráter religioso. Ao contrário, à medida que avançamos no tempo em direção aos nossos dias, a mitologia vai se esvaziando do significado religioso e ganhando, principalmente, um caráter artístico. Em outras palavras, no século 15, ao retratar uma deusa greco-romana como Vênus, o pintor Sandro Botticelli não a encarava como uma entidade religiosa, mas como um ideal estético de beleza.

Na verdade, mesmo em termos de Antigüidade, é muito difícil fazer uma separação entre mitologia e arte. A arte da Grécia antiga, por exemplo, trata essencialmente de temas mitológicos. E foi através da arte que tomamos contato com a mitologia grega: além de uma grande quantidade de templos (arquitetura), de esculturas, baixo-relevos e pinturas, a literatura grega é a principal fonte que temos dessa mitologia. Em especial, podemos destacar a obra de Homero, a "Ilíada" e a "Odisséia", que datam provavelmente do século 9 a.C., e a de Hesíodo, "Teogonia", escrita possivelmente no século seguinte.

Homero e Hesíodo

Essas três obras podem ser consideradas as fontes básicas para o conhecimento da mitologia grega. A "Teogonia" narra a origem dos deuses (Theos, em grego, significa deus). Já a "Ilíada" e a "Odisséia" tratam de aventuras de heróis, respectivamente Aquiles e Odisseu, embora a participação dos deuses em ambas as narrativas sejam fundamentais. No entanto, além delas existem ainda muitas outras obras antigas que têm como personagens entidades mitológicas - sejam deuses, semi-deuses ou heróis.

Entre elas, merecem destaque as tragédias (obras teatrais) de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, pois através delas conseguimos perceber com maior facilidade o significado simbólico que os mitos têm para a própria existência humana. Por meio delas, talvez se evidencie mais o significado que os mitos têm em termos psicológicos, que acabaram levando psiquiatras como Sigmund Freud e Carl Jung a analisar o significado dos mitos.

Vamos deixar de lado, porém, o significado ou os significados dos mitos. Tudo o que se disse até agora teve como exclusiva função apresentar o contexto que envolve os mitos apenas para podermos apresentar a você, leitor, os próprios mitos, ou melhor, pelo menos alguns deles.

A luta pelo poder

É interessante começar dizendo que os gregos não acreditavam que o universo tivesse sido criado pelos deuses. Ao contrário, eles acreditavam que o universo criara os deuses. Antes de mais nada, existiam o Céu e a Terra, que geraram os Titãs, também chamados de deuses antigos. O mais importante deles foi Cronos (ou Saturno, para os romanos), que reinou sobre todos os outros. No entanto, o Destino - uma entidade à qual os próprios deuses estavam submetidos - determinara que Cronos seria destronado por um de seus filhos. Por isso, mal eles saíam do ventre materno, Cronos os devorava.

Réia, sua mulher, resolveu salvar seu último filho, escondendo-o do marido. Este filho, Zeus, cumpriu a profecia, destronou Cronos e retirou de seu estômago todos os irmãos que haviam sido devorados. Com eles, Zeus passou a reinar sobre o mundo, de seu palácio no topo do monte Olimpo. A corte de Zeus era formada por outros onze deuses, seus irmãos, sua esposa e seus filhos, como se vê no quadro que segue:

Os doze deuses olímpicos
Nome grego
Nome latino
Características
Zeus
Júpiter
Era o senhor do céu, o deus das nuvens e das chuvas, e tinha no raio a sua maior arma. No entanto, não era onipotente. Era possível opor-se a ele ou mesmo enganá-lo.
Poseidon
Netuno
Irmão de Zeus, era o senhor do mares e ocupava o segundo lugar na hierarquia do Olimpo.
Hera
Juno
Irmã e mulher de Zeus. Era a protetora dos casamentos. Muito ciumenta, vingava-se sempre dos constantes relacionamentos adúlteros do marido.
Hades
Plutão
Dominava o mundo subterrâneo, onde habitavam os mortos: o Tártaro, onde eram punidos os vilões, o Elíseo, onde eram recompensados os heróis.
Palas Atena
Minerva
Gerada da cabeça de Zeus, era sua filha favorita e a deusa da sabedoria.
Apolo
Febo
Filho de Zeus e Leto, era identificado com o Sol e considerado o deus da música e da cura - artes que ensinou aos homens
Ártemis
Diana
Irmã gêmea de Apolo, era a deusa da caça e da castidade.
Afrodite
Vênus
Deusa do amor e da beleza, que a todos seduzia, fossem deuses ou simples mortais.
Hermes
Mercúrio
Filho de Zeus e mensageiro dos deuses, dos quais era o mais esperto ou astuto. Por isso, protegia comerciantes e ladrões.
Ares
Marte
Filho de Zeus e Hera, é o deus da Guerra, considerado, por Homero, "a maldição dos mortais".
Hefesto
Vulcano
Deus do fogo, ferreiro e artesão, que fabricava os utensílios e as armas de deuses e heróis.
Héstia
Vesta
Era o símbolo do lar e foi mais cultuada pelos romanos que pelos gregos.
FONTE: UOL EDUCAÇÃO

sábado, 15 de agosto de 2009

ROMA PARTE II


  • Fim da República romana
    · Roma crescera, tornara-se um império mundial. As instituições concebidas para o autogoverno de uma sociedade de pequenos proprietários agrícolas não funcionavam mais.


  • Ditaduras e Triunviratos. Num clima de crescente instabilidade e crise generalizada, diversos chefes militares passaram a disputar o poder. Roma conheceu os governos autoritários dos generais Mário e Sila. Este último derrotou Mário e se tornou ditador vitalício, mas abdicou em 79 a.C., abrindo caminho para os triunviratos.


  • 1º triunvirato, para controlar as insurreições urbanas sobe ao comando 3 membros do exército (César, Pompeu e Crasso):
    · Ditadura de César (apoiado pela plebe): César assumiu os poderes de cônsul, tribuno, sumo sacerdote e supremo comandante do exército. Promoveu uma reforma político-administrativa, distribuiu terras entre os soldados, impulsionou a colonização das províncias, construiu obras públicas e reformulou o calendário. Conquista o Egito e casa-se com Cleópatra. Foi assassinado pelo filho adotivo Brutus, dentro do Senado.


  • 2º Triunvirato (Marco Antônio, Otávio, Lépido)
    · Otávio recebeu do Senado o título de princeps (primeiro cidadão), primeira etapa para obter o título de imperador (o supremo), Pontifex maximus (sacerdote supremo). Otávio tornou-se progressivamente senhor absoluto de Roma, recebendo os titulos de Augustus (o divino) e Pater patriae ( o pai da pátria), até então inédito entreos governantes romano.



  • ROMA IMPÉRIOè Otávio Augusto: Pax Romana (forte repressão às revoltas e diminuição das conquistas → melhoria na administração provincial ) e PANES ET CIRCENSIS, distribuição de trigo e promoção de lutas e martírios públicos pelo Estado. Durante o seu império nasce Jesus Cristo.


  • Outros imperadores: Adriano (Edito Perpétuo -código de Leis- II diáspora Judaica), Tibério (morte de JESUS), Calígula (Nomeia seu cavalo para o senado), Nero (Colocou fogo em Roma e culpou os cristãos)

  • Diocleciano e a Tetrarquia: 2 Augustos (para o Ocidente e Oriente) com a ajuda de 2 Cesares, Edito Máximo(que consistia na criação dos preços máximos para os produtos comercializados e um limite de ganhos sobre a jornada de trabalhos)→ Constantino: reunificação e em 330 a capital de Roma passa a ser Constantinopla, Edito de Milão (liberdade ao Cristianismo) e LEI DO COLONATO(tornava o colono preso a terra, dando incico a servidão que marca a mão-de-obra do sistema feudal) → Teodósio: Edito da Tessalônia (o Cristianismo é a Religião oficial Romana) e a Divisão do Império Romano em Ocidente e Oriente.


  • DECADÊNCIA: Lutas pelo poder político, diminuição da expansão territorial, déficit público, Queda na escravidão e na produção de alimentos, Migração dos plebeus para o campo (Colonato), Invasões territoriais bárbaras.



  • RELIGIÃO
    · Politeísta: Deuses públicos e privados (lares)

    · Motivação para a perseguição dos cristãos: Crença no monoteísmo em detrimento ao politeísmo romano, Não reconhecimento do imperador como deus, Não participação do exército, Contrários a escravidão, Participação de mulheres e escravos nos cultos.

ROMA: PARTE I

  • Introdução · Povos fundadores: etrusco e italiotas (Sabinos e Latinos)
  • PERÍODO MONÁRQUICO · Governados pelos reis etruscos que pouco a pouco se aliançavam com a plebe.Por isso os patrícios derrubaram os monarcas etruscos (Tarquínio, o Soberbo e instalaram o consulado. · Sociedade: Patrícios ou nobres: Grandes proprietários de terras e gados. Clientes: Plebeus trabalhando sobre a proteção dos Patrícios Plebeus: Maior parte da população (peq. proprietários de terras, artesãos,comerciantes) Escravos: sem nenhum direito. Poderiam ser escravizados por dívidas ou em guerras. · Alguns elementos ricos, fora da classe patrícia, formavam a classe dos éqüites (cavaleiros): homens que podiam equipar-se com armas e um cavalo (equus) e servir na cavalaria...
  • PERÍODO REPUBLICANO (Res publica ou coisa pública ) · Marcado pelo domínio dos Patrícios: Senado, Assembleia e Magistraturas
· Plebeus pagavam impostos, serviam o exército e eram julgados pelos patrícios através de leis consuetudinais (não escritas). Isso desencadeou greves e mudanças. Retiraram-se ao monte Sagrado (Monte Aventino) e conseguiram: - Tribunal da plebe (poderia aprovar ou reprovar leis) - Fim da escravidão por dívidas - Leis das 12 tábuas - Lei de Canuléia (permitia o casamento entre patrícios e plebeus) · Expansão militarista que buscava a conquista de terras e monopólios comerciais - Guerras Púnicas (fenícios) - Aumento do número de escravos, chegando a 50 % da população. - Enriquecimento ilícito dos Patrícios - Revolta dos escravos, principal: Espartacos (Ex-gladiadores) · Reforma dos irmãos Graco (Tíbério e Caio) visava uma reforma agrária dividindo as terras públicas que se encontravam nas mãos da elite.

OS FENÍCIOS

  • Tudo o que se sabe sobre eles (punis ou vermelhos) foi deixado pelos gregos. Eram povos de origem semita.
  • Localização: Atual Líbano
  • Condições adversas (possuíam uma estreita faixa de terra agricultável (200 km de comprimento) espremida entre montanhas e o mar) + posição geográfica favorável ( próxima as passagens de caravanas nômades que favorecia o conato com diversos povos) + presença de madeira de cedro (para a construção de navios) = desenvolvimento do comercio marítimo.
  • Política: as Cidades-estados eram independentes (Ugarit, Biblos, Sídon e Tiro) ou seja não eram unificadas. Predominavam monarquias e repúblicas plutocráticas (controlada pelos cidadãos ricos)
  • Religião · Animista (atribuíam poderes sagrados à montanhas, avroes e manifestações naturais). · Principal deus era Baal (tempestade), mas cada Cidade-estado tinha os seus deuses. · Faziam sacrifícios humanos
  • ATENÇÃO: · No inicio praticavam a agricultura. Dominaram o mar mediterrâneo onde fundaram diversas colônias (Cartago, Chipre, etc.), não eram imperialistas. · Maior contribuição: a criação do alfabeto (necessidade de melhorar a comunicação e o comercio)

AS GRANDES NAVEGAÇÕES COMPARATIVO

Portugal 1. Fez o périplo africano no sentido ocidente-oriente 2. Era um Estado unificado 3. Tinha reis absolutistas 4. Visavam o lucro mercantil. 5. Estiveram no Brasil

fenícios 1. Fez o périplo africano no sentido oriente-ocidente 2. Não era um Estado unificado. 3. Tinha reis absolutistas 4. Visavam o lucro mercantil. 5. Possivelmente estiveram no Brasil (Amazônia e pedra da gávea)

MESOPOTÂMIA: TERRA ENTRE RIOS

  1. Introdução · A importância dos rios: geração de excedentes e a liberação de indivíduos para outras atividade que não a agricultura (comercio, guerra e artesanato). · Localização: Atual Iraque, entre os rios tigres e Eufrates. Região do Crescente Fértil. · Geografia: Alta Mesopotâmia (montanhosa) e Média e baixa Mesopotâmia (no vale dos rios)
  2. As Invasões · Atenção: por ser uma região fértil era constantemente invadida. Essas sucessivas invasões impediram a formação de um império duradouro. · Principais Povos: 1 - Sumérios e acádios (antes de 2000 a.C.); 2 - Amoritas - Primeiro Império Babilônico (2000 a.C. - 1750 a.C.), 3 - Império Assírio (1.300 a.C. – 612 a.C.); 4 - Caldeus - Segundo Império Babilônico (612 a.C.– 539 a.C.)
  3. Sumérios e Acádios · Formado por agricultores e pastores (As terras pertenciam aos deuses) · Revolução Urbana, aperfeiçoamento do comércio, da irrigação, artes e arquitetura; escrita cuneiforme. · Cidades-Estados Independentes e rivais entre si (Ur, Uruk, Lagash, Nipur), Cada cidade era governada por um Patesi ou lugal (Os governantes eram considerados representantes dos deuses); · Construíram Zigurates (unidade econômica e religiosa, funcionava como templo, celeiro, centro administrativo, biblioteca, etc); · Desenvolveram o direito consuetudinário – Código de Dungi · Decadência dos Sumérios : invasões acádias devido as disputas entre as Cidades-Estados. · Por volta de 2.300 a.C. Sargão I rei da Acádia unificou a Mesopotâmia dominando os sumérios e incorporando sua cultura. Revoltas internas e invasões estrangeiras provocaram a decadência do império.
  4. Amoritas – 1o. Império Babilônico · 1º. Império Babilônico = fusão de Amoritas + sumérios + acádios. · Após inúmeras lutas, impuseram seu domínio sobre toda região através de Hamurábi, rei da Babilônia; · Elaborou o Código de Hamurábi baseado nas antigas leis sumerianas e fundamentado no principio de Talião;– “1º. código de leis escritas” (Atenção: NÃO É O CODIGO DE LEI MAIS ANTIGO DO MUNDO. Ex.: Código de Lipitlshtar e Código de Bilalama). · Reforma religiosa, tornando Marduk o principal deus da mesopotâmia, mas mantendo as outras divindades; · Construção do zigurate de Babel (torre de babel, segundo o gênesis) · Após a morte de Hamurábi o império entra em decadência devido às inúmeras revoltas camponesas e rivalidades entre os reinos
  5. Assírios: · Primeiro exercito organizado da história, expansão do império, cruéis conquistadores. · Principais cidades: Assur (nome de um deus) e Nínive; · Estado militarizado. Contava com armas de ferro, carros de guerra e cavalos em seu exército; · Seu principal governante foi Assurbanipal que construiu a biblioteca de Nínive; · Após a morte de Assurbanipal os povos dominados se revoltaram e destruíram Nínive e todo Império Assírio
  6. Caldeus: - Segundo Império Babilônico · Os Caldeus reconstruíram a Babilônia, tornando-a novamente capital da Mesopotâmia (Império Neobabilônico); · Construção dos “Jardins Suspensos da Babilônia” e de templos ao deus Marduk;, reconstrução da “Torre de Babel” (zigurate) · Expansão territorial com a conquista da Fenícia, Síria e Palestina. Escravização do reino de Judá (cativeiro da Babilônia); · Após a morte de Nabucodonosor a Mesopotâmia foi conquistada por Ciro I tornando-se domínio do Império Persa.
  7. Organização Econômica · Estruturava-se com base no Modo de Produção Asiático: estado despótico fundamentado na religião, ausência de propriedade privada sobre os meios de produção (terra), servidão coletiva; · As terras pertenciam aos deuses sendo administradas pelos sacerdotes e cultivadas pelos camponeses; os templos eram donos dos meios de produção e dos animais. · Construção de obras públicas (templos) e hidráulicas (canais); · A principal atividade econômica era a agricultura, mas o artesanato, principalmente o de metais, e o comércio também se desenvolveram bastante. Babilônia tornou-se importante entreposto comercial.
  8. Organização Social · A sociedade era rigidamente hierarquizada, sem mobilidade social; · Vida difícil devido as enchentes e as guerras. · Os escravos eram mais numerosos que no Egito; (prisioneiros de guerra ou homens livres endividados) · O Governante era denominado Patesi ou Lugal e considerado sumo-sacerdote e chefe militar;
  9. Cultura · Destaca-se o desenvolvimento da escrita cuneiforme · Literatura: Epopéia de Gilgamesh e o Mito da Criação · Arquitetura: construção de templos, palácios e zigurates. · Desenvolveram a matemática e a astronomia e o Direito · Dividiram o ano em 12 meses, a semana em 7 dias e o dia em 24 h.
  10. Religião · Eram politeístas e cada cidade tinha um deus protetor; · Não acreditavam na vida após a morte; · Seus deuses representavam o bem e o mal (maniqueísmo). Os principais eram Marduk e Ishtar (deusa da natureza); · Desenvolveram o horóscopo e os 12 signos do zodíaco;


HEBREUS

  • Introdução · Localização: Região da palestina cortada pelo rio Jordão. · Fonte de pesquisa sobre os Hebreus: Torá ou Pentateuco (Gênesis, xodó, Levítico, Números e Deuteronômios)
  • Evolução política · Patriarcas: Exerciam funções religiosa, juizes e chefes militares, bem como políticas. Abraão ( Lançou as bases do monoteísmo, liderou a emigração para Canaã), Isaac, Jacó (1750 a.C, emigração par o Egito), Moisés ( Êxodo, e recebeu as Tabuas da lei). · Juizes: necessidade de lutas contra os povos que ocupavam Canaã (filisteus e cananeus). Josué, Sansão, Gedeão e Samuel. · Reis: (1000 a.C)necessidade de centralização político-administrativa. Saul, Davi (conquistou Jerusalém e tornou-a capital política e religiosa do reino), Salomão (construiu o templo de Jerusalém, as custas de altos impostos).
  • Os Dois reinos · Cisma: divisão das doze tribos após a morte de Salomão. Reino de Israel (10 tribos do Norte, liderada por Jerobão. Capital em Samaria) e reino de Judá (lideradas por Roboão, capital em Jerusalém) · Israelitas: dominados pelos assírios. Perderam sua identidade cultural. · Judeus: passaram pelo Cativeiro da Babilônia (596 a.C); domínio persa (538 a.C), macedônio e romano (63 a.C). Diáspora (anos 70 d.C) os judeus foram expulsos e proibidos de retornar a região, espalhando-se pelas províncias romanas.
  • Sociedade · Patriarcal, de famílias numerosas devotas de Jeová ou Iaweh · As mulheres eram propriedades do maridos (10} Mandamento) · Escravocrata (escravos hebreus e estrangeiros)
  • Tempos contemporâneos · 1948: criação do Estado de Israel. · Disputas Árabes X israelenses.

GRÉCIA PARTE II

  • CIDADES-ESTADOS As tensões sociais e as crises levaram algumas famílias patriarcais a se unirem por determinados fins comuns e a formarem as fátrias. Certo número de fátrias formava uma tribo. Aos poucos, as tribos de uma dada região passaram a se organizar em cidades-estados, as polis, que contribuíram para desenvolver a indústria artesanal, o comércio, a escravidão e a expansão colonial.
  • PERÍODO ARCAICO A sociedade desse período foi tornando-se escravista. Os escravos trabalhavam para os seus proprietários e não possuíam quaisquer direitos. As fontes de abastecimento de escravos eram as guerras, a expansão comercial e a escravidão por dívida. A Grécia possuía mais de cem cidadesestados.
  • ESPARTA A cidade de Esparta foi fundada pelos dórios no século IX a.C., na região do Peloponeso. Segundo a tradição espartana, a legislação dessa cidade foi criada por Licurgo, figura lendária que teria vivido na cidade no início dos tempos. Essa tradição dispunha sobre a forma de governo e transformou a cidade num verdadeiro acampamento militar. Organização social A sociedade espartana estava dividida nas seguintes classes sociais: Esparciatas - Classe dominante, formada pela aristocracia dórica, com direitos políticos. Periecos - Habitantes conquistados ou estrangeiros que viviam do comércio com Esparta. Hilotas - Pertenciam ao Estado, trabalhavam nas propriedades dos esparciatas e representavam a maior parte da população. Devido às condições miseráveis em que se encontravam, constantemente se rebelavam. Organização política A organização política de Esparta foi criada para garantir os privilégios da classe dominante. As suas principais instituições eram: Diarquia - Formada por dois reis, com autoridade militar e religiosa. Gerúsia - Também conhecida como "conselho de anciãos", era composta de 28 esparciatas com mais de 60 anos. A responsabilidade do conselho era fiscalizar a administração. Ápela - Era a assembléia do povo, formada pelos cidadãos com mais de 30 anos. Eforado - Era composto por cinco éforos, com mandato de um ano. Eram verdadeiros administradores da cidade. Suas funções eram: fiscalizar as funções dos reis, controlar o sistema educacional e distribuir a propriedade entre os esparciatas. Educação espartana Os homens eram educados para se tornar soldados bem preparados para a guerra. A formação dos espartanos era severa, pois o Estado não permitia a existência de soldados fracos ou deformados. As crianças que nasciam com algum defeito eram sacrificadas. As mulheres praticavam exercícios físicos e deveriam dar à luz filhos sadios para o Estado. Tinham mais privilégios que as mulheres de outras cidades gregas.
  • ATENAS A cidade de Atenas foi fundada pelos Jônios, no século VIII a.C., na região da Ática. A sociedade era formada pelas seguintes classes sociais: Eupátridas - Eram os grandes proprietários de terras, formavam a aristocracia rural. Geoghóis - Pequenos proprietários rurais. Demiurgos - Comerciantes e artesãos ricos, viviam das atividades comerciais. Thetas - Formavam a classe mais pobre da cidade e viviam do trabalho assalariado. Os escravos eram prisioneiros de guerras. Organização política - Foram várias as formas de governo de Atenas. As mudanças foram frutos de lutas entre as classes sociais. Monarquia - Foi a primeira forma de governo. Essa tinha a seguinte composição: um rei, denominado basileus, cujo poder era limitado por um Senado; havia também uma assembléia popular. Arcontado - Foi a segunda forma de governo; as mudanças foram frutos de lutas sociais por melhores condições de vida e direitos políticos iguais. O governo passou a ser exercido por nove arcontes eleitos pela assembléia popular. Nesse período, o regime de governo era a oligarquia. A expansão comercial favoreceu os demiurgos, que enriqueceram e passaram a reivindicar participação política. O conflito entre as classes sociais exigiu algumas reformas, iniciadas por Drácon, que elaborou as primeiras leis escritas da cidade. A Plutocracia - Foi fundada por Sólon, que realizou reformas radicais, como a abolição da escravidão por dívida e a adoção de um novo critério de divisão social baseado na riqueza. A Tirania - Foi fundada por Psístrato. Essa forma de governo passou a garantir alguns direitos à população pobre, os thetas e os georghóis. A Democracia - Foi fundada em 509 a.C., por Clístenes. Nessa época, desenvolveu-se a igualdade política entre os cidadãos. Criou-se a lei do Ostracismo, que correspondia à condenação ao exílio de Atenas por dez anos às pessoas consideradas perigosas ao Estado democrático. Características da Democracia: Bulé: assembléia destinada à elaboração das leis; Eclésia: assembléia que votava as leis e escolhia os estrátegos (encarregados de executar as leis); Hiléia: tribunais de justiça. Educação ateniense A visão dos atenienses era ampla, pois visava à preparação física e à formação intelectual de suas elites. A filosofia e o atletismo, acompanhados de música e dança, formavam a base da educação dos cidadãos. A mulher, na sociedade ateniense, tinha um papel social limitado às coisas domésticas, não possuindo direito de cidadania.
  • PERÍODO CLÁSSICO A fase inicial coincidiu com os primeiros combates da guerra entre as cidades da Grécia e o Império Persa. a) As Guerras Médicas Foi a guerra que os gregos travaram para expulsar de seu território os persas. Os atenienses venceram os persas na Batalha de Maratona. Em 480 a.C., Xerxes, filho do sucessor de Dario I, organizou um poderoso exército e invadiu a Grécia por terra e pelo mar. A partir de uma aliança entre Atenas e Esparta, os gregos expulsaram os persas na Batalha naval de Salamina. Em meio à guerra, Atenas organizou a Liga de Delos sob sua liderança. A liga era um pacto em que as cidades-estados aliadas contribuíam com recursos e mantinham a sua soberania político administrativa. Com o tempo, a Liga de Delos transformou-se em um império marítimo submetido a Atenas. O regime democrático foi imposto às cidades da Liga, bem como a moeda, o peso e a medida. A democracia escravista ateniense atingiu o seu esplendor no chamado "Século de Ouro" ou "Século de Péricles". Péricles foi o político que governou Atenas por mais de 30 anos e que embelezou a cidade com esplêndidas construções públicas. b) A guerra do Peloponeso A democracia expansionista ateniense chocou-se com os interesses comerciais da Liga do Peloponeso, comandada por Esparta. O resultado desse choque foi a eclosão da Guerra do Peloponeso, entre 431 a.C. e 404 a.C. Nessa guerra, Esparta, Corinto e Mégara uniram-se e derrotaram Atenas. O caráter militarista espartano fez que ocorressem várias revoltas de muitas cidades contra Esparta. Os tebanos, por fim, venceram os espartanos com uma rede de alianças das cidades descontentes com Esparta. Mas Atenas e Esparta fizeram uma segunda aliança e venceram Tebas. No fim de tudo, o rei da Macedônia, Filipe II, preparou um poderoso exército e invadiu a Grécia.

GRÉCIA PARTE I

  • Divisão Geográfica · Continental – Continente Europeu: Tebas e Atenas · Peninsular ou Peloponeso – Ligada ao continente pelo o estreito de Corinto: Corinto e Esparta · Insular - Formada pelas ilhazinhas. · Asiática - Formada pelas colônias da Ásia Menor.
  • Divisão Histórica: PRÉ-HOMÉRICO ou CRETO-MICÊNICO à HOMÉRICO à ARCAICO à CLÁSSICO à HELENÍSTICO
  • Civilização cretense · Fundada na ilha de Creta pelos fenícios por volta do século XVIII a.C., · Essa civilização é considerada o primeiro centro cultural do mar Egeu. Status da Mulher: divindade principal era a Grande-Mãe e organização social matriarcal. · A economia era baseada no comércio de cabotagem, o que possibilitou aos cretenses controlarem o comércio de todo o Mediterrâneo Oriental. · A Monarquia Teocrática Absoluta era a forma de governo. O rei era escolhido pela elite e recebia o título de Minos. Controlava o exército, a administração pública, o comércio e a indústria. Talassocracia: governo dos homens dos mares.
  • PRÉ-HOMÉRICO ou CRETO-MICÊNICO · Aqueus - Primeiros povos a chegarem: Fundaram Micenas e Tirinto. Dominaram os cretenses absorvendo sua cultura (escrita). Guerra de Tróia: A causa principal foi a disputa pelo comércio dos mares Egeu e Negro entre aqueus e troianos. · Eólios - Ocuparam a região da Tessália. · Jônios - Imigraram pacificamente e estabeleceram-se na região da Ática, onde, mais tarde, foi fundada a cidade de Atenas. · Dórios (ótimos guerreiros). Destruíram as cidades gregas e a vida urbana dessas cidades: primeira Diáspora Grega e o surgimento de novas colônias, ruralização e o aparecimento dos genos
  • HOMÉRICO · Todo o que se sabe dessa época foi tirado dos livros de Homero: Ilíada (Guerra de Tróia) e Odisséia (Saga de Ulysses na volta da guerra): Desaparecimento da escrita cretense e diminuição das artes e do comércio, decadência cultural. · Genos: Propriedade coletiva, poucos escravos, pouca distinção social, crença num parentesco comum, sociedade patriarcal. Chefe: Pater Familiares , detém o poder Administrativo, jurídico e religioso. A Mulher casou vai pro geno do marido. · Fim do Genos: Crescimento populacional e conseqüente falta de terras férteis p/ todos à as melhores terras nas mãos de parentes dos Paters e melhores guerreiros à Surgimento de uma Nobreza dona de terras (Mão de obra escrava, Acúmulo de riquezas, Guerra para obtenção de novos escravos e terras, Escravidão também por dívida).

EGITO

  • Introdução · Localização: Nordeste da África · “O Egito é uma dádiva do Nilo” (Heródoto)
  • Política e Estado · Processo de formação: famílias à aldeias à nomos à Alto e Baixo Egito à Egito (Unificado). · O processo de unificação objetivava viabilizar a realização de obras hidráulicas no Nilo, esse processo teve como base a religião è Estado Teocrático de Regadio · O Estado mostrava-se intervencionista: planejava, controlava e fiscalizava (necessidade da ESCRITA) a economia; e era o grande proprietário dos meios de produção. · Fases políticas: Alto Império (Grande Poder dos faraós), Médio Império ( Enfraquecimento dos faraós devido às disputas contra os nomarcas, gerando a invasão dos Hisos), Novo Império (Expulsão dos hicsos, expansão territorial, reforma religiosa). Declínio: disputas entre faraós X nomarcas e sacerdotes.
  • Sociedade Estratificada
Faraó Sacerdotes Nobres e escribas Artesãos Camponeses Escravos Economia · Agrária, criavam e caçavam, produziam e exportavam: papiro, cereais e vinhos. Religião · Politeísta e crença na imortalidade da alma (Mumificação). A religião era a base do poder político. · Reforma religiosa: o rei Amenofis IV tentou implementar o monoteísmo religioso (ao deus Aton), visando combater a influencia política dos sacerdotes. Cultura · Obras grandiosas: templos e pirâmides. · Evolução da escrita: hieroglífica à hierática à demótica. · Ciências pragmáticas: medicina, calendário solar, geometria, etc.